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Cores, aromas e sabores da Ceasa São José

São toneladas de hortifrutis nacionais,
importadas e orgânicos perfeitas para alimentar e hidratar

Arranjos coloridos e apetitosos ficam perfeitos com a maior variedade possível de frutas nas festas de Natal e Ano Novo

Todos os dias, toneladas de frutas, legumes e verduras fresquinhos são movimentados na Ceasa/SJ, maior centro distribuidor de Santa catarina. E o clima que aumentou a produtividade das safras. Todos os produtos estão com com excelente aparência, divinamente saborosos e frescos, proporcionando um espetáculo de cores, aromas e sabores do campo direto para a sua mesa. E o melhor. Os preços estão bem mais baixos. São pêssegos, nactarinas, manga, morango, cereja, amora, abacaxi, melancia, melão, maracujá, mamão, banana, entre outros. Os legumes e verduras também estão com excelente qualidade. Estão volumosos e com cores vibrantes exibindo frescor e preços em queda, como a cenoura, batata doce, cebola, batata, tomate e os verdinhos.

Frutas favoritas do Natal e Ano Novo

Sejam para decorar a mesa ou em alguma receita, as frutas e hortaliças são imprescindíveis nas festas de Natal e do Ano Novo. Arranjos coloridos e apetitosos ficam perfeitos com a maior variedade possível de frutas. As favoritas das festas são a cereja, uva, damasco, pêssego, ameixa e oleaginosas. Também são excelentes opções o abacaxi, melão, manga, carambola, kiwi, melancia, morango, ameixa, nectarina, pêssego, figo, cereja e as uvas. Além de ser uma alternativa barata para decorar, podem comer a decoração. Frutas secas também são destaques nas ceias de Natal. Por serem versáteis, elas podem ser consumidas como petisco e em pratos doces e salgados, além de oferecerem vários benefícios à saúde. Tradicional na mesa das famílias supersticiosas, as frutas também são relacionadas à prosperidade. Como a simpatia da romã que consiste em virar o Ano-Novo comendo a fruta e separar sete sementes que devem ser guardadas em uma bolsa ou carteira durante todo o ano. Na Ceasa São José estão disponíveis todos os ingredientes para simpatias, perfumar, decorar mesas e elaborar pratos deliciosos. Também oferta grande variedade de frutas e hortaliças nacionais e importadas, frutas secas, doces, conservas, bebidas e muito mais. Tudo com qualidade e bons preços.

PACTO CONTRA A FOME

A Ceasa-SC assinou o Pacto Contra a Fome durante o Encontro Nacional da Abracen, realizado entre os dias 26 e 28 de novembro, em Florianópolis. O Pacto Contra a Fome reúne organizações públicas, privadas e civis para erradicar a fome no Brasil até 2030 e garantir alimentação adequada a toda a população até 2040. Para isso, o Pacto atua sob três pilares: articulação, inteligência estratégica e incentivo.
Outras 15 Ceasas também aderiram a iniciativa comprometendo-se a reduzir o desperdício de alimentos e ampliar o acesso à alimentação, com foco em estratégias como Bancos de Alimentos e logística eficiente, visando erradicar a fome até 2030.
A adesão oficializou o Programa "Ceasa Desperdício Zero" e tem potencial de recuperar R$ 233 milhões por ano e beneficiar 122 mil pessoas por dia. Juntas, as Ceasas representam 49,75% do abastecimento total do Brasil, por onde passaram quase 9 mi/toneladas de alimentos em 2024. Objetivo é evitar que alimentos bons para consumo sejam descartados em aterros sanitários.


A Ceasa-SC, além de abrigar no pátio a sede do Programa Mesa Brasil do município de São José, os atacadistas e produtores da Ceasa/SJ são os maiores colaboradores. Só em 2024, foram doadas mais de 1.3 mil toneladas de frutas e hortaliças ao Programa, beneficiando cerca de 50 mil pessoas na Grande Florianópolis.

AGRICULTURA FAMILIAR

dezembro, projeto de lei que determina que ao menos 30% das compras de alimentos do governo de Santa Catarina venham da agricultura familiar e da economia popular. O texto segue agora para sanção do governador Jorginho Mello (PL).
Autor da proposta, intitulada Compra Coletiva/SC (PL 160/2024), o deputado Fabiano da Luz (PT) afirma que a medida estimula a produção e a comercialização de itens de pequenos agricultores e empreendedores rurais.
O texto aprovado prevê que todos os órgãos estaduais, como rede socioassistencial, unidades de saúde, escolas da rede pública e educação especial, comprem alimentos diretamente de agricultores familiares, por meio de chamada pública.
Segundo o Censo Agro 2017, do IBGE, 78% das propriedades rurais catarinenses são classificadas como agricultura familiar — modalidade definida pela Lei 11.326, de 2006, que estabelece o uso predominante de mão de obra da própria família e gestão em pequenas propriedades.
Fabiano afirma ainda que o objetivo é “ampliar a participação dos pequenos agricultores no mercado de compras governamentais, reduzir custos, evitar desperdícios e garantir mais segurança alimentar e nutricional”.

REDUZIR CUSTOS

A diretoria da Ceasa/SJ está analisando várias parcerias e iniciativas viáveis para dar um destino correto aos resíduos produzidos na Central. Além de atender o Programa "Ceasa Desperdício Zero", objetivo é reduzir o desperdício de alimentos e o valor do rateio pago pelos boxistas.
Iniciativas como compostagem, ampliação do espaço do Mesa Brasil para aumentar o aproveitamento das doações, além de uma campanha de conscientização para que não joguem os produtos no chão. Esse comportamento, além de inviabilizar que os produtos sejam doados, geram aumento de custos com a necessidade de contratar mais varredores e com o transporte ao aterro sanitário.
A diretoria está ciente que o desafio é grande e que depende da colaboração dos permissionários e também dos compradores. Ideia é aumentar a fiscalização e conscientização junto aos compradores para evitar que tragam lixo de fora.
A questão é que a maioria dos atacadistas está indignada porque no contrato da nova licitação com a Brooks, a empresa não vai mais limpar as docas. Ou seja, cada boxista será responsável pela limpeza da frente do box e de suas docas. Alegação da Ceasa é que o espaço dos boxes é privado e não deve entrar no rateio público. Já os atacadistas rebatem de que essa norma entrou em vigor para beneficiar a Brooks e prejudicar os boxistas, já que eles pagam mais de 70% do trabalho da limpeza no rateio.

SAFRA DE FRUTAS

dezembro, projeto de lei que determina que ao menos 30% das compras de alimentos do governo de Santa Catarina venham da agricultura familiar e da economia popular. O texto segue agora para sanção do governador Jorginho Mello (PL).
Autor da proposta, intitulada Compra Coletiva/SC (PL 160/2024), o deputado Fabiano da Luz (PT) afirma que a medida estimula a produção e a comercialização de itens de pequenos agricultores e empreendedores rurais.
O texto aprovado prevê que todos os órgãos estaduais, como rede socioassistencial, unidades de saúde, escolas da rede pública e educação especial, comprem alimentos diretamente de agricultores familiares, por meio de chamada pública.
Segundo o Censo Agro 2017, do IBGE, 78% das propriedades rurais catarinenses são classificadas como agricultura familiar — modalidade definida pela Lei 11.326, de 2006, que estabelece o uso predominante de mão de obra da própria família e gestão em pequenas propriedades.
Fabiano afirma ainda que o objetivo é “ampliar a participação dos pequenos agricultores no mercado de compras governamentais, reduzir custos, evitar desperdícios e garantir mais segurança alimentar e nutricional”.

AGRO 193.jpg
Agro 162.jpg

Manter um veículo de comunicação de segmento, independente da política, é considerada uma grande conquista dos boxistas, produtores rurais e seus parceiros. Único veículo de divulgação que buscou fortalecer e colocar em evidência todo o processo de abastecimento realizado na Ceasa São José. São 20 anos gerando informação, promovendo o consumo de frutas, legumes e verduras, além de valorizar o trabalho dos boxistas, produtores rurais, motoristas, funcionários e compradores, que fazem parte direta ou indiretamente da Ceasa/SJ. O Jornal apoiou, divulgou e deu voz as reivindicações importantes de melhorias, reformas, questões de horários, mobilidade, segurança, rastreabilidade, entre outros. Como veículo imparcial e independente, divulga informações relevantes do setor de hortifrutis, abastecimento, consumo e as ações realizadas pela Ceasa-SC, a AUPC, Epagri, Cidasc, Acats e demais entidades. Foram 182 edições patrocinadas por centenas de empresas, nossos fiéis parceiros e colaboradores. Um fato inédito, pois nenhuma outra Ceasa possui um jornal com 20 anos e totalmente comercial.

A Actum Comunicação agradece a parceria das diretorias da AUPC e da Ceasa/SC, dos boxistas e parceiros pela confiança depositada em divulgar suas empresas neste importante veículo de comunicação. Agradecimento especial a Cantu Alimentos que está conosco desde a primeira edição. O Jornal AgroMercado já circulou em formato tabloide em papel jornal e, atualmente, é impresso em papel couchê. Além do Jornal impresso, distribuído gratuitamente, está disponível em sua página no Facebook, no Instagram e no site www.jornalagromercado.com

PIADAS

MELANCIA

Seu Juvenal ficou intrigado quando viu o Juquinha com uma melancia na
cabeça:
- Para quem você está levando essa
melancia?
- É pra Mariazinha ... Ontem eu dei
uma cerejinha para ela e ela me
deu um beijinho...

 

REFORÇO ESCOLAR

O pai pergunta à filha:
- Você acha que sua professora desconfia que eu estou te ajudando a fazer a lição de casa?
- Acho que sim, pai. Ela até já me disse
que você deveria voltar pra escola!

​​

CONVERSA DE CASADOS

- Querido, o que você prefere? Uma mulher bonita ou uma mulher inteligente?
- Nem uma, nem outra. Você sabe que eu só gosto de você.

​

PENSE

“Tem gente que joga lixo na rua
para garantir o emprego do gari.
Mas, morrer para dar trabalho ao
coveiro ninguém quer, né?”

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O Jornal AgroMercado divulga o potencial da Ceasa São José como maior ponto de escoamento da produção de frutas e hortaliças de SC.  Afinal são mais de 150 empresas e 1.000 produtores rurais que movimentam juntos por ano cerca de 350 mil toneladas de produtos nacionais e importadas.


​

​Telefone : ​48-99111-8524
Email : jornalagromercado.sc@terra.com.br

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