Ceasa-SC: cinco décadas
abastecendo e fazendo história
Importante elo entre produtores e consumidores, o trabalho na Ceasa/SJ é essencial para garantir o abastecimento com qualidade

Ao completar 50 anos de fundação, reafirma sua importância para Santa Catarina, movimentando a economia, gerando empregos e renda e aproximando o campo da mesa dos consumidores.
Parabéns a todos que ajudaram a consolidar a Ceasa/SJ como referência na comercialização de frutas e hortaliças.
o celebrar 50 anos de fundação e 48 anos de atividades, a Ceasa São José reafirma sua importância para o abastecimento da Grande Florianópolis e de SC.
São centenas de trabalhadores que garantem que alimentos de qualidade cheguem diariamente ao mercado, fazendo um importante elo entre produtores e consumidores.
Atacadistas e produtores movimentam cerca de 300 mil toneladas de hortifrutigranjeiros por ano, gerando mais de R$ 1,32 bilhões em negócios. Uma atividade que gera empregos, movimenta o setor de serviços e contribui para o desenvolvimento de São José e da Grande Florianópolis.
A Ceasa/SJ também se destaca pela solidariedade, como principal colaboradora do Programa Mesa Brasil no combate a fome.
Cinco décadas que merecem ser contadas
Edição comemorativa
Para contar a história dos que fizeram e fazem a Ceasa São José acontece, gerar renda e oportunidades, o Jornal AgroMercado está elaborando uma uma edição comemorativa.
Será uma publicação diferenciada, com mais histórias, mais páginas e maior número de exemplares. Além do conteúdo histórico, muitas fotografias de diferentes épocas e depoimentos valorizando o trabalho realizado na Ceasa.
A edição será distribuída gratuitamente no final de novembro, após o período eleitoral. Da mesma forma, as atividades previstas para celebrar os 50 anos pela diretoria da Ceasa-SC somente serão realizadas após o período eleitoral, cumprindo assim determinação da legislação.

Ceasa São José está investindo em tecnologia para proporcionar maior segurança e tranquilidade aos permissionários, clientes e todos que trabalham e circulam pela Ceasa diariamente.
Já estão sendo instaladas mais de 100 câmeras de videomonitoramento 24 horas em pontos estratégicos e com tecnologia de ponta, incluindo reconhecimento facial e das placas de veículos conectada com a polícia.
Agora, tudo o que acontece no mercado, desde a entrada e saída dos veículos, movimentação no pátio e nos pavilhões dos usuários, chapas, orientadores de mercados, funcionários e dos clientes serão vigiados e gravados.
O equipamento vai proporcionar um aumento significativo da segurança, coibir o furto de caixas e veículos, além de contribuir para o cumprimento das normas de mercado. Também pode inibir e identificar os que cometem irregularidades, como trazer lixo de fora para a Ceasa, praticar as “feirinhas” nos carrinhos de transporte, entre outros.
A iniciativa está sendo muito bem aceita entre os atacadistas que já investiram por conta própria videomonitoramento na maioria dos boxes.
A empresa vencedora da licitação BRNEO, vai fornecer a locação de todos os equipamentos envolvidos, bem como a mesa eletrônica com a incorporação de recursos de inteligência artificial e serviços de manutenção e assistência técnica.
A diretoria da Ceasa/SJ está analisando várias parcerias e iniciativas viáveis para dar um destino correto aos resíduos produzidos na Central. Além de atender o Programa "Ceasa Desperdício Zero", objetivo é reduzir o desperdício de alimentos e o valor do rateio pago pelos boxistas.
Iniciativas como compostagem, ampliação do espaço do Mesa Brasil para aumentar o aproveitamento das doações, além de uma campanha de conscientização para que não joguem os produtos no chão. Esse comportamento, além de inviabilizar que os produtos sejam doados, geram aumento de custos com a necessidade de contratar mais varredores e com o transporte ao aterro sanitário.
A diretoria está ciente que o desafio é grande e que depende da colaboração dos permissionários e também dos compradores. Ideia é aumentar a fiscalização e conscientização junto aos compradores para evitar que tragam lixo de fora.
A questão é que a maioria dos atacadistas está indignada porque no contrato da nova licitação com a Brooks, a empresa não vai mais limpar as docas. Ou seja, cada boxista será responsável pela limpeza da frente do box e de suas docas. Alegação da Ceasa é que o espaço dos boxes é privado e não deve entrar no rateio público. Já os atacadistas rebatem de que essa norma entrou em vigor para beneficiar a Brooks e prejudicar os boxistas, já que eles pagam mais de 70% do trabalho da limpeza no rateio.
Manter um veículo de comunicação de segmento, independente da política, é considerada uma grande conquista dos boxistas, produtores rurais e seus parceiros. Único veículo de divulgação que buscou fortalecer e colocar em evidência todo o processo de abastecimento realizado na Ceasa São José. São 20 anos gerando informação, promovendo o consumo de frutas, legumes e verduras, além de valorizar o trabalho dos boxistas, produtores rurais, motoristas, funcionários e compradores, que fazem parte direta ou indiretamente da Ceasa/SJ. O Jornal apoiou, divulgou e deu voz as reivindicações importantes de melhorias, reformas, questões de horários, mobilidade, segurança, rastreabilidade, entre outros. Como veículo imparcial e independente, divulga informações relevantes do setor de hortifrutis, abastecimento, consumo e as ações realizadas pela Ceasa-SC, a AUPC, Epagri, Cidasc, Acats e demais entidades. Foram 182 edições patrocinadas por centenas de empresas, nossos fiéis parceiros e colaboradores. Um fato inédito, pois nenhuma outra Ceasa possui um jornal com 20 anos e totalmente comercial.
A Actum Comunicação agradece a parceria das diretorias da AUPC e da Ceasa/SC, dos boxistas e parceiros pela confiança depositada em divulgar suas empresas neste importante veículo de comunicação. Agradecimento especial a Cantu Alimentos que está conosco desde a primeira edição. O Jornal AgroMercado já circulou em formato tabloide em papel jornal e, atualmente, é impresso em papel couchê. Além do Jornal impresso, distribuído gratuitamente, está disponível em sua página no Facebook, no Instagram e no site www.jornalagromercado.com
A comercialização nas principais Ceasas do Brasil movimentaram 16,6 milhões de toneladas de frutas, legumes e verduras (FLV) em 2025, resultando no montante financeiro de R$ 68,7 bilhões na economia brasileira. O volume foi semelhante ao movimentado em 2024, quando fechou em 17,5 mi/toneladas.
A pesquisa avaliou o valor transacionado de 54 Ceasas por subgrupos de hortaliças e de frutas, para verificar o comportamento de cada segmento. O setor é responsável pela comercialização inicial de 40% de FLV produzidos pela agricultura familiar no País. Os dados foram divulgados pela Conab/Prohort em setembro/26.
Esses números mostram que as Ceasas representam para o Brasil uma rede que sustenta o abastecimento de hortifrutigranjeiros para mais de 200 milhões de pessoas, conecta produtores ao mercado e coloca o país entre as referências globais na comercialização de FLV.
As Ceasas representam um elo importante entre a produção e o varejo de pequena e média escalas. Possuem grande importância na geração de emprego e no abastecimento de alimentos para a população.
Ceasa/SJ está em 13º no
ranking de comercialização
O balanço da movimentação das Ceasas em 2025 também apresentou o ranking da comercialização de hortigranjeiros nas 54 Centrais analisadas com base na quantidade anual de 2025.
A Ceasa São José ocupa a 13ª posição com 1,78% de participação do total. Em 2025, os atacadistas e produtores comercializaram 296.799.138 toneladas que resultou em R$1.320.949.639,55.
dezembro, projeto de lei que determina que ao menos 30% das compras de alimentos do governo de Santa Catarina venham da agricultura familiar e da economia popular. O texto segue agora para sanção do governador Jorginho Mello (PL).
Autor da proposta, intitulada Compra Coletiva/SC (PL 160/2024), o deputado Fabiano da Luz (PT) afirma que a medida estimula a produção e a comercialização de itens de pequenos agricultores e empreendedores rurais.
O texto aprovado prevê que todos os órgãos estaduais, como rede socioassistencial, unidades de saúde, escolas da rede pública e educação especial, comprem alimentos diretamente de agricultores familiares, por meio de chamada pública.
Segundo o Censo Agro 2017, do IBGE, 78% das propriedades rurais catarinenses são classificadas como agricultura familiar — modalidade definida pela Lei 11.326, de 2006, que estabelece o uso predominante de mão de obra da própria família e gestão em pequenas propriedades.
Fabiano afirma ainda que o objetivo é “ampliar a participação dos pequenos agricultores no mercado de compras governamentais, reduzir custos, evitar desperdícios e garantir mais segurança alimentar e nutricional”.
MELANCIA
Seu Juvenal ficou intrigado quando viu o Juquinha com uma melancia na
cabeça:
- Para quem você está levando essa
melancia?
- É pra Mariazinha ... Ontem eu dei
uma cerejinha para ela e ela me
deu um beijinho...
REFORÇO ESCOLAR
O pai pergunta à filha:
- Você acha que sua professora desconfia que eu estou te ajudando a fazer a lição de casa?
- Acho que sim, pai. Ela até já me disse
que você deveria voltar pra escola!
CONVERSA DE CASADOS
- Querido, o que você prefere? Uma mulher bonita ou uma mulher inteligente?
- Nem uma, nem outra. Você sabe que eu só gosto de você.
PENSE
“Tem gente que joga lixo na rua
para garantir o emprego do gari.
Mas, morrer para dar trabalho ao
coveiro ninguém quer, né?”


